sábado, 23 de abril de 2011

Homenagem aos 13 anos do Tony

Esqueci de falar, mas dia 20/04 meu bebê fez 13 anos. Coisa mais fofa!
Parabéns gordinho!

Nhoque

Se existe uma coisa que para mim é questão de honra aprender a fazer é nhoque. Eu como uma boa descendente de italianos, adoro todo e qualquer tipo de massa. Mas tenho que me controlar, senão já viu pra onde vai: quadril. E fica "aquela" maravilha.

Mas não estou aqui para escrever a respeito das consequencias de se comer massa em excesso e sim para contar que finalmente aprendi a fazer o tão famoso nhoque da nonna. Tenho certeza de que nao tem uma pessoa na família que não se lembre das enormes travessas de nhoque que ela fazia pra gente.

Da um trabalho danado e também é demorado. Mas no final vale a pena.

Bom, o resultado está abaixo.

Mãe, já posso casar?

sábado, 16 de abril de 2011

Coríntios

Confesso que não sou uma profunda conhecedora da Bíblia, apesar de ter estudado durante praticamente toda a minha infância e adolescência em cólegio de freiras franciscanas. A aula de religião fazia parte da grade desde o antigo maternal até o 3º colegial. Durante minha vida acadêmica também me deparei com aulas de Teologia, matéria obrigatória na grade da PUC também.
Mas a passagem abaixo, de Coríntios, sem dúvida é muito bonita e nos faz refletir sobre o verdadeiro significado do amor em nossas vidas. Mas a maioria das pessoas parece ter se esquecido disso.

Coríntios, Cap 13, versículos 1 a 13:

1. Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse o amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
2. E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse o amor, nada seria.
3. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda entregasse o meu corpo para ser queimado, e ainda não tivesse o amor, nada disso me aproveitaria.
4. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
5. Não se importa com indecência, não busca seus interesses, não se irrita, não suspeita mal.
6. Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade.
7. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8. O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá.
9. Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos.
10. Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
11. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei, como também sou conhecido.
13. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

Como dizia Tom Jobim: "Fundamental mesmo é amor".

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Repórter Esportiva

Não sei se vocês sabem, mas no dia 08 de abril fiz mais uma primavera (que brega) e como presente de aniversário do meu namorado, ganhei uma viagem com direito a hospedagem para a cidade de Crixás, que fica cerca de 300 km de distância de Goiânia. Ah, esqueci de falar que essa cidade é a atual residência do meu namorado, que está lá trabalhando como preparador físico do time de futebol sub-18 local. Quem ganhou o presente?? :)

Mas voltando, durante minha estadia aprendi um pouco mais sobre futebol, vi um treino (e como se corrige os erros) e assisti um jogo de dentro do campo (ali, do lado do banco de reservas), claro, tudo isso sob um sol escaldante de não sei quantos graus, que me deixou ardendo.

Como disse aí em cima, assisti o jogo de dentro do campo. É bem legal. Totalmente diferente de quando estamos na arquibancada. De lá, você ouve a galera xingando, torcendo e ainda corre o risco de tomar umas boladas.

Já que eu estava ali mesmo, porque não ser a fotógrafa do evento? Sim, tirei umas fotinhas do jogo e também filmei algumas coisas. O mais legal, foi um repórter que estava lá e me questionou se eu era de algum jornal. Disse que não e que estava ali a pedido do presidente do clube. Na mesma hora o cara começa a anotar o e-mail, telefone (disse para eu não ligar a cobrar) e me pede para mandar as fotos do jogo e se eu quisesse escrever uma matéria, tudo bem. Posso com isso? Se ele era de um jornal, estava ali para cobrir o jogo, não era para ele escrever a matéria?

Depois disso o cara só ficou assitindo o jogo. Quando falei que a pilha da minha câmera tinha acabado, pedi para ele filmar os lances de gol. Até aí tudo bem, no lance mais bonito que resultou em gol, o cara estava olhando para o céu. Sério, quis dar um berro nesse momento.

Mas apesar de tudo e de todos (inclusive uma pequena confusão com um jogador) o resultado foi favorável ao time de Crixás. Placar final: Crixás 3 x 2 Campinas.

Abaixo a foto oficial do time:


PS: A foto só não ficou mais bonita porque meu namorado não saiu... :)

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Indignação

Sabe, às vezes fico me questionando sobre as vagas destinadas a idosos e deficientes. Acho que deveria ter algum tipo de fiscalização eficaz para esses casos. Já vi cada pessoa e cada tipo de carro "mano" parado nessas vagas e me pergunto: Como as pessoas fazem isso? Eu não tenho coragem de parar numa vaga dessas.

Hoje vi mais um caso desses. Fui ao banco pela manhã (num bairro longe do centro da cidade, onde vivem pessoas de "posses") e quando cheguei vi que a única vaga que estava vazia era destinada à deficientes. Eu passei direto e fui procurar uma vaga na rua para estacionar. Nesse instante passa um carro do meu lado (muito perto por sinal) e vai em direção à tal vaga. O detalhe é que o indivíduo não parou na vaga em si. Parou no meio fio. Ou seja, atrapalhando um possível usuário da vaga. Sinceramente eu não entendo essas coisas. Pode falar que eu sou radical, mas acho que quem ocupa essas vagas sem precisar, deveria ter o carro guinchado. Vai buscar lá no pátio bonitão!

Tenho um conhecido que passou por uma série de cirurgias na perna depois de um acidente de moto. Com isso, ele adquiriu um carro automático e usa o selo para deficiente e assim utilizar essas vagas. Só que ao contrário da maioria das pessoas que precisam dessas vagas e ficam quietas quando as mesmas estão ocupadas por pessoas que não precisam, ele "roda a baiana". E vai falar que está errado? Já soube de situações em que ele foi a um supermercado e quando chegou para estacionar o carro, a vaga estava ocupada por um desses "mano's car". O que ele fez? Parou atrás e foi tranquilamente fazer sua compra. Enquanto isso chamavam o proprietário do carro X com placa Y a comparecer ao estacionamento. Ele foi? Não. Só depois que fez calmamente sua compra. Estava errado? Mais uma vez, não. O cidadão é que estava estacionado onde não deveria. Por isso acho sim, que as punições para essas pessoas deveriam ser bem severas. Quando falo em severo é mexer no bolso mesmo. Parece que só assim as pessoas procuram fazer o que é certo. Eu disse procuram. Isso não quer dizer que façam.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Ser ou não ser de ninguém

Esse texto do Arnaldo Jabor já tem um tempinho, mas acho muito bacana. Por mais que o tempo passe, esse texto continua atual. Será que as gerações pararam no tempo no quesito relacionamento?

Na hora de cantar, todo mundo enche o peito nas boates e gandaias, levanta os braços, sorri e dispara: "... eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também..." No entanto, passado o efeito da manguaça com energético, e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração tribalista se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição. A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim. Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, de que toda ação tem uma reação? Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja, é preciso comer o bolo todo e, nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc. Embora já saibam namorar, os tribalistas não namoram. "Ficar" também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é "namorix". A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho. Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu, afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança? A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim, como só deseja a cereja do bolo tribal, enxerga somente o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir a um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas, e a troca de cumplicidade, carinho e amor. Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar. Já dizia o poeta que amar se aprende amando. Assim, podemos aprender a amar nos relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optarmos. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento... É arriscar, pagar para ver e correr atrás da tão sonhada felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins. Ser de todo mundo, não ser de ninguém, é o mesmo que não ter ninguém também... É não ser livre para trocar e crescer... É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida SOLIDÃO... Seres humanos são anjos de uma asa só, para voar têm que se unir ao outro"

sexta-feira, 18 de março de 2011

Sintonia

Hoje estava trabalhando tranquilamente quando começa a tocar uma música no rádio. Parei para prestar atenção e sorri. Era uma música que me faz lembrar de bons tempos vividos ao lado de uma grande amiga. Época em que não nos preocupávamos muito com milhares de contas para pagar, que saíamos, viajámos, estávamos na faculdade e principalmente, tínhamos acabado de ficar solteiras! Uhu!
Na mesma hora chamei a minha amiga no messenger para dizer a ela qual música eu estava ouvindo naquele momento. Aí é que tenho uma supresa: ela também estava ouvindo a mesma música na mesma rádio e também se lembrou de mim!

Muito legal isso. Legal saber que mesmo longe a sintonia continua ótima.
Definitivamente é maravilhoso ter grandes amigos.

Ah, já ia me esquecendo. Sei que ficaram curiosos para saber qual era a música. "Cara Valente" da Maria Rita. Qualquer semelhança não é mera coincidência... rs