domingo, 10 de agosto de 2008

Mulheres, homens, etc..

Não, isso não é um post sobre swing ou tendências gays (não tenho nada contra, mas cada um no seu quadrado, ok, péssimo). É falta de idéia para um título mais coerente e que diga algo que faça sentido.
Na verdade esse post é para falar sobre coisas que os homens falam sobre nós, mulheres.
Outro dia eu estava num bar com alguns amigos e ouvi alguns caras da mesa ao lado conversarem sobre mulheres. Só consegui ouvir o seguinte comentário de um deles: "Nossa, mas ela é gostosa, se eu pego de jeito destruo ela". Ah, teve outra coisa também, mas acho melhor não falar aqui.
Depois de ouvir isso, fiquei pensando em algumas coisas...
Ok, sabemos que os homens falam mesmo (mulheres também), mas essa maneira meio vulgar de falar numa mesa de bar pra todo mundo ouvir é ruim.. sei lá..
Me senti estranha porque imaginei se fosse comigo. Não sei quem é a pessoa em questão mas não sei se gostaria de saber que alguém fala de mim dessa forma, numa mesa de bar, com um copo de cerveja na mão, rodeado por caras que falam coisas piores ainda.
Acho que sou meio antiquada para certas coisas. Não gosto de me sentir como um objeto que pode ser usado e jogado fora quando não interessa mais. Nem que as pessoas olhem para mim e não consigam ver nada além de um corpo. Hello, tem um cérebro aqui, sabia?
Será que estou ficando velha? Será que tem algum sentido no que estou falando? O acontecido nem foi comigo e nem sei quem era a pessoa...
Acho que se os homens realmente soubessem como as mulheres se sentem com certos tipos de comentários, talvez pensassem um pouco mais para falar certos tipos de coisas. Fora que isso queima e muito o filme do tal sujeito. Claro, isso se eles realmente querem uma mulher de verdade.
As mulheres estão mais seletivas (pelo menos as que eu conheço) e querem homens que pensem com a cabeça. Eu disse com a cabeça. Aquela que fica em cima sabe? Que muitas vezes é usada apenas para usar boné, apoiar o óculos, passar toneladas de gel no cabelo...

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Um pouco sobre mim...

Vou falar um pouco sobre essa pequena pessoa, dona deste blog um tanto confuso e adolescente, mas que no fundo é uma boa pessoa.

- Tenho mania de colecionar pedras de lugares por onde já passei;
- Coleciono bilhetes, cartas e qualquer coisa que esteja escrito num pedaço de papel direcionado a mim;
- Adoro fotos, tenho centenas delas, mas a preguiça de imprimir as mais legais e colocar em porta retratos é maior;
- Não empresto meus CD's ou livros com medo de que as pessoas estraguem (mas algumas coisas são negociáveis);
- Tenho verdadeira paixão pelo meu cachorro;
- Dou risada de piadas que ninguém acha graça;
- Dou risada de coisas que ninguém entende;
- Dou risada de coisas que aconteceram a muito tempo, aliás, choro de rir;
- Coleciono cartões postais;
- Ganho agendas lindas e não uso porque tenho dó ou porque não tenho paciência de ficar anotando coisas, depois o ano passa e a agenda não serve pra mais nada e acabo jogando fora;
- Faço 1.000 coisas ao mesmo tempo e consigo pensar em outras 1.000;
- Sou uma eterna romântica (mas ao invés de príncipe encantado, pode ser um rústico, como dizem por aí.. rs);
- De todos os caminhos escolho sempre o mais difícil;
- Detesto acordar cedo;
- Adoro o trio pijama, cachorro e sofá;
- Gosto de dirigir na estrada, com som alto e um belo dia de sol;
- Quero fazer uma tatuagem mas tenho medo da dor;
- Gostaria de tocar algum instrumento mas não me acho capaz;
- Quero conhecer o mundo;

Bom, por hora é só.
Chega de falar de mim, senão perde a graça e não há nada de novo a ser descoberto.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Dancei Rumba na Santa Ceia

"Rumba é uma dança cubana em compasso binário e ritmo complexo que influenciou e foi incorporado ao Flamenco".
Fonte: Wikipédia

Tem épocas que tudo parece dar errado. Se bobear, esse post dará errado. Mas enfim, vamos que vamos!
Estive pensando nos últimos acontecimentos da minha vida e coisas corriqueiras do dia-a-dia e cheguei a conclusão que dancei rumba na Santa Ceia!! Não tem gente que coloca chiclete na cruz?
É incrível como sempre acontece alguma coisa na minha vida. Tem momentos que é melhor rir para não chorar. Ok, pra falar a verdade a maioria das situações da minha vida podem se transformar em perfeitas comédias ou dramalhões mexicanos com mocinhos e bandidos de nomes compostos. Ah, sempre tem uma vilã louca também (inclusive em breve escreverei sobre isso, só preciso organizar as idéias, porque já tenho tudo na caixola).
Enfim, sei que esse post é completamente sem sentido, mas eu também não entendo mais nada. E como eu não entendo mais nada, você, caro leitor, também não vai entender!

Mais um pouco sobre a tal dança:

"O embalo sensual da Rumba nasceu como dança da fertilidade em que os passos dos bailarinos imitavam a corte dos pássaros e animais antes do acasalamento. Durante a dança, há sempre um elemento de insinuação e fuga".
Fonte: Palladino Dança Social

Ok, já passou da hora de ir dormir.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Sexta-feira 13

Depois do Dia dos Namorados, nada como uma sexta-feira 13 para alegrar nossa vida, hehe. Brincadeira.
Fazia muito tempo que não tínhamos uma sexta-feira 13. E com ela começam as histórias sobre Lendas Urbanas (loira do banheiro, noiva da estrada e afins) e filme de matança, daqueles que parece que o sangue vai espirrar na gente, sabe?
Lembro que quando era criança, as pessoas sempre contavam histórias de terror nesse dia. Gato preto cruzando nosso caminho, nem pensar!
Hoje com certeza os canais de TV passarão filmes relacionados ao tema! Já perdi o da Sessão da Tarde: Os Aventureiros do Bairro Proibido. Um clássico trash dos anos 80. Mas que da vontade de assistir deitada no sofá, comendo qualquer coisa, como nos velhos tempos (aqueles tempos em que a nossa única preocupação eram as provas do colégio, ou não).
Mas nem só de medo viveremos hoje! Afinal, hoje é dia de Santo Antonio! Para aqueles que querem arrumar um “par”, façam seus pedidos! Vale escrever o nome da “vítima” no papel, colocar mel e uma vela em cima (sei lá de onde tirei isso), colocar o pobre do santo de cabeça para baixo, enfim, simpatias para ajudar a desencalhar.
Da até pra unir o útil ao agradável: chamar a “vítima” para assistir um filme de terror. Boa desculpa para ficar agarradinho, com o medo do monstro.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Como esconder seu rico dinheirinho

Quer deixar seu din din a salvo de bandidos e de pessoas que não podem ver uma notinha em cima de qualquer móvel da casa que já saem pegando?
Que tal experimentar dois cofres bem diferentes? O Bread Safe é um cofre disfarçado de pão, e o Iceberg Lettuce Safe é um cofre em forma de pé de alface! Com esses dois cofres o seu dinheiro fica totalmente seguro! Qual ladrão vai imaginar que esta alface está cheia de grana dentro?
Segundo o fabricante os cofres são recomendados por agências policiais do mundo todo. E segundo pesquisas um ladrão passa em média 8 minutos na casa da vítima, então se seus objetos de valor estiverem bem escondidos o bandido não vai achá-los.
A loja Bim Bam Banana está vendendo o Bread Safe e o Iceberg Lettuce Safe por US$99 cada, com frete grátis para o mundo todo (inclusive para o Brasil).
Mais uma do Digital Drops:

Uma nova visão sobre o "Dia dos Namorados"

Hoje é Dia dos Namorados e como sempre, estou solteira.
Para a maioria das pessoas isso é motivo de agonia e mau humor por não ter alguém para presentear e fazer programinhas “a dois”.
Mas hoje conversando com um amigo, cheguei à conclusão que não é de todo ruim estar solteira nesse dia. Fiz uma pequena lista das razões:

1. A fila nos restaurantes estará insuportável;
2. As lojas estarão cheias de gente (uma verdadeira muvuca);
3. O transito perto de shoppings, bares e restaurantes estará um verdadeiro inferno;
4. Os cinemas também estarão com filas enormes;
5. Muito gasto para um dia só;
6. A pessoa corre o risco de dar um presente super legal e ganhar apenas um cartão;
7. Motéis também costumam ter bastante fila nesse dia;
8. Corre-se o risco de dar um presente que a pessoa não goste;
9. Temos que agüentar as propagandas na tv, rádio e revista que no fundo dizem: Venham gastar!!!;
10. Aliás, quem inventou o Dia dos Namorados? Só porque alguém falou isso somos obrigados a dar presentes?

Talvez você, caro leitor esteja achando que sou uma mal amada ou encalhada por escrever um texto assim. Mas não. Apenas estou fazendo uma reflexão a respeito do dia de hoje. Mesmo quando namorava me irritava com as filas e demoras nos serviços.
Esses feriados só servem para as pessoas gastarem dinheiro, ficarem desesperadas porque não compraram o presente e deixam para a última hora, para aumentar o transito em alguns pontos na cidade, e criar filas por toda a parte.
De verdade, quando amamos não precisamos de um dia especifico para demonstrar o que sentimos pela pessoa que está ao nosso lado.
Quando realmente gostamos e estamos felizes com quem estamos, todos os dias são dias dos namorados, namoridos, rolos, ficantes, “fuck friends”.....

domingo, 1 de junho de 2008

Tinha um grilo na minha mochila

Após um período sem postar, volto com as novidades sobre a super viagem dos Calangos, a galerinha que causou altas confusões na terra seca e de sol quente.
Bom, vou fazer um pequeno resumo do que foi a nossa viagem e dos aprendizados para as próximas vezes.
Basicamente nós percebemos o quanto estamos velhos (queríamos dormir cedo, mas a galerinha da curtição não deixava), secamos até não poder mais, nos perdemos (claro, isso não poderia ser diferente), estamos despreparados fisicamente (incrível como nosso humor mudou quando soubemos que não precisaríamos andar 10 km), comemos porcamente (mas pelo menos conhecemos a culinária local), aprendemos as regras do jogo de dardos (que eu já esqueci), descobrimos que Brasília não tem esquina e que os flanelinhas de lá estão atrasados (não deram soco no vidro nem nos ameaçaram quando não demos dinheiro a eles), um carro 4x4 faz muito falta no meio do mato, pedras e afins, quando um calango atravessa seu caminho pode ser que traga má sorte (piada interna), insônia é algo que já faz parte das nossas vidas (mas o vinho ajudou), não vimos os ET’s (que droga) nem um OVNI (que droga de novo), vimos vários hippies e um calango local que ficou bravo com a bagunça da galera (segundo ele: “sou goiano, risco a faca e mato mesmo”, ok, medo), tenho medo de água fria (fiquei 30 min em pé com o Renato para criar coragem de entrar na cachoeira, mas entrei), percebemos que alugar um carro pode ser mais caro do que se imagina (calotas quebram, rodas amassam e o carro por dentro fica imundo e com isso nossos bolsos mais vazios), em outubro a umidade do ar é zero (por isso não voltarei lá nessa época).
Enfim, uma viagem legal para ser lembrada. Rendeu boas risadas e histórias engraçadas.
E por incrível que pareça ainda estou seca.. affe.. Aja água.